Encontro Didático – 1ºsem 2013

Quem diria que um diria veríamos reunidos numa mesma sala Iraí, Marcelo Benvenutti, Galeão, Adriana Marcondes, Vladimir Safatle e vários professores que sempre pareceram tão distintos para nós.

Sim, nós podemos presenciar esse momento hoje!

Quero agradecer todo mundo que apareceu no Encontro Didático. Foi um momento muito importante para a graduação do IP.

Com a presença de tantos alunos, aquilo que foi inicialmente proposto sofreu algumas modificações, mas, para aqueles que estiverem interessados em ajudar na continuação deste trabalho e nas questões do Projeto Pedagógico, contam com um material bem bacana pra levantar temas importantes.

O que eu achei bem bacana foi que, ainda que com certos receios, foi possível que os professores apresentassem aquilo que pretendem abordar durante o curso. Algo que talvez para alguns alunos pareça pouco relevante, mas que acredito muito em como falar sobre o que conteúdo apresentado em sala pode servir de inspiração para ideias e articulações entre as disciplinas, o que num futuro a médio prazo acredito que traga resultados na mudança do currículo.

Para os alunos mais interessados, inclusive para o pessoal que teve a iniciativa de montar as Avaliações dos Professores (algo que vocês podem ganhar créditos, bolsa de IC, dentre outras experiências acadêmicas) deixo o convite para se tornarem RDs na CG.

Acredito que os Encontros Didáticos se somam a iniciativas como as da Avaliação dos Professores, trabalhos de IC que sei que estão rolando sobre o curso de Psico, e ao trabalho que a Paula Debert tem feito estudando o Projeto Pedagógico, algo bem legal para nos adiantar temas importantes.

Muitas vezes, a discussão sobre o Projeto Pedagógico aparece como uma luta para os que virão e nunca para os que estão cursando, o que é mentira. A discussão sobre o currículo é um dos caminhos que abre portas para discutirmos os fundamentos da Psico, o que é legal a gente correr atrás para saber. Muitas vezes estudamos sem saber muito qual a causa, motivo, razão ou circunstância daquilo que estamos estudando, ou então percebemos que sabemos executar, mas não conseguimos explicar o que fazemos. Então, todos esses movimentos são importantes para nos apropriarmos daquilo que estudamos e criar significados.

Em breve mais notícias!

Quero deixar um link importante para essa discussão:

História do atual currículo:

http://rdspsicousp.wordpress.com/2011/08/16/conversa-com-yves-e-maria-thereza/

Abraços!

Danilove

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Fórum de Medicalização e Frente de Luta Antimanicomial

Ontem fui a dois encontros de dois grupos que buscam agir na mobilização de pessoas e entidades fortalecer o poder público.

Junto a Dri, fui pela manhã no Fórum de Medicalização, de iniciativa e coordenação da profa. Marilene Proença, e que parece ter como proposta juntar diferentes frentes e entidades que de alguma forma sofram com esse “processo que tranforma, artificialmente, questões não médicas em problemas médicos”, como fica definido o conceito de Medicalização no Manifesto do Fórum.

Dentre os vários informes, que me deixaram um tanto confuso e várias vezes perdido na reunião, falou-se do Ato Médico, que pretende ser uma regulamentação da medicina, mas que, antes de vir como legitima defesa dos direitos da sociedade, vem como uma garantia de mercado para os médicos, na medida em que outra profissões tem conquista um espaço que antes era exclusivamente dos médicos. Continuar lendo

VI Congresso Interno do IP

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Sem ser realizado a mais de dez anos, o VI Congresso Interno do IP veio como uma oportunidade ímpar ao proporcionar a discussão entre de trabalhos entre os próprios estudantes, que puderam expor seus trabalhos no vão do bloco G, seguindo posteriormente para discussões orientadas pelos doecentes.

Assim, foi possível ver os trabalhos dos colegas graduando bem como dos colegas da pós, dos quais sempre reclamamos da distância entre os dois cursos.

Para quem participou foi possível a partir da própria apresentação repensar conceitos chaves em meio a partir de outros olhares. Tendo destaque para os professores que orientaram os grupos de discussão e se dispuseram a ler os cartazes dos alunos previamente, o que dificilmente se vê em apresentação de pôster, o que desmotiva a realização do trabalho, que muitas vezes caminha pela obrigação de sua conclusão.

Ficam, portanto, nossos parabéns e agradecimentos a quem tomou a iniciativa de organização do evento: Profa. Dra. Marilene Proença e Profa. Dra. Sônia Meyer, e a todos que contribuíram para sua realização.

Iniciativas como esta contribuem imensamente para a melhoria da nossa formação.

Abraços!

USP com Cotas?

Qual o lugar que os brancos ocupam nas relações sociais com os não brancos? Quais são as características dessa identidade sobre relações raciais sempre focam a figura do negro, Lia Vainer Schucman procurou inverter essa lógica e voltar suas atenções para o branco. Os resultados de sua pesquisa, orientada pela professora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Leny Sato, foram defendidos em tese de Doutoramento em Psicologia Social, chamada: Entre o “encardido”, o “branco” e o “branquíssimo”: raça, hierarquia e poder na construção da branquitude paulistana.

Fonte: ip.usp.br

É tempo de continuar…

Hoje eu fiquei bem feliz com o que vi da nova chapa do Centro Acadêmico. Depois de um ano de tanto trabalho e esforços parece que está nascendo uma cara para o CA.

Foi um ano difícil. Uma das nossas principais preocupações sempre foi montar um grupo, e muitas vezes era bem legal estar no bandejão e encontrar com a galera do CA. Sim, ficávamos falando do que tava acontecendo nas entranhas burocráticas do IP e isso empolgava, tomava tempo, mas era divertido.

Claro que com o tempo muitas desilusões trazem um dessabor para esse tipo de assunto, não porque sejam chatos, mas porque nos vemos impotentes em relação a muitos deles, de modo que parecem servir apenas como conversa de elevador. Continuar lendo