Primeira Reunião Aberta da Chapa Mãe de Pano – 6 de outubro de 2011

Descontraída, sem perder o foco e com vários pontos importantes, a reunião começou com uma discussão sobre alguns aspectos do setor financeiro do Centro Acadêmico (CA), tal como sua regularização, já que a atual gestão não se comprometeu com a declaração de isenção do IRPJ, e pensando um pouco sobre qual é o sentido de se estar com o CA regularizado.

Tratamos também da possibilidade de recebimento de verba do corredor e da Xerox, enquanto a Paty, membro da atual gestão do CA, colocou que esse tipo de assunto deve ser tratado com toda a turma. Nisso discutimos sobre assuntos que não só precisam ser decididos por vias de discussão, já que as funções de um determinado cargo foram delegadas a uma pessoa ou grupo específico. Por exemplo, não há necessidade de se discutir sobre a marca da cerveja, pois quem está responsável por isso pode decidir.

Como a proposta da reunião era abrir uma discussão com os alunos, apresentando o que já havíamos pensado, bem como ouvir as impressões de quem estivesse por lá, resolvemos abrir a caixa e orientar nossa reunião a partir das respostas das três questões:

1. Você já pensou em procurar o CA? Se sim, quando?
2. O que vem a sua mente quando pensa no CA?
3. Você acha necessário um CA?

Vimos que o pessoal trouxe alguns pontos que já esperávamos, dizendo coisas como: “o CA só discute e não faz nada”, que deve servir para ter contato com outras entidades, que deveria tratar de questões internas do IP, que gasta muita energia em aspectos partidários, que muitas vezes as discussões do CA resultam em uma barreira pior que a burocracia do Instituto, que trata de opiniões próprias e que até mesmo depredam estruturas.

Esse ponto do partidarismo prevaleceu durante boa parte da reunião, e pudemos olhá-lo por outros ângulos. O Betão atentou para o estigma que o CA tem atualmente e como ele contribui no distanciamento dos alunos em relação à entidade. Assim, como pensar um CA? Foi colocado que talvez fosse importante pensar o que o CA atualmente faz e o que deveria fazer.

Pensamos muito na forma, em possibilidades de intervenção para criar canais de contato com os alunos e promover as discussões. O Betão chegou a colocar a respeito de pensarmos uma gestão ativa, lembrando a cláusula que havíamos pensado em colocar na Carta Programa, mas que mudamos de ideia.

Apontei para a necessidade de criar uma organização que nos permita estabelecer prioridades durante as reuniões do CA. Pensar quais são as nossas prioridades naquele momento nos auxiliaria nas discussões e encaminhamentos.

Sobre esse ponto a Lígia trouxe que uma discussão usando o currículo como exemplo, abordando a diferença entre se ter uma vaga aberta e, assim, lutar por um perfil de professor, e lutar para que se abra uma vaga. Assim, enquanto há uma vaga aberta é possível lutarmos para termos um perfil de professor que desejamos, tal como um de Gestalt, agora que a Lilian se aposentou.

Questionados ao conteúdo de nossa proposta, tivemos certa dificuldade em responder, ainda que pelas discussões que já fizemos a nossa ideia é resgatar o CA enquanto referência de união entre os alunos. Acho que o nome da chapa tem tudo a ver com isso, afinal, diante de tantas figuras castradoras, uma mãe é importante para permitir a conquista de novos horizontes, estando lá seja na hora das conquistas ou na hora da queda pra ajudar a levantar.

Danilo (08)

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